segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Conheça cintura aérea que rodeia Júpiter


Um furacão em Júpiter, Rachel Region, fotografado pela câmera JunoCam durante seu oitavo voo

A sonda espacial da agência espacial norte-americana NASA conseguiu capturar uma imagem inédita em que as nuvens de Júpiter cingem o Polo Sul do gigante gasoso.
De acordo com a NASA, a foto foi tirada em dezembro de 2017 quando a sonda realizava sua décima aproximação a Júpiter. Naquele momento, a nave espacial se encontrava à distância de 13 mil km das nuvens do planeta.
A sonda Juno partiu para Júpiter em agosto de 2011 e aproximou-se do planeta em julho de 2016, posicionando-se em uma órbita estável
As missões da sonda são muito variadas, mas seu objetivo principal é saber mais sobre a atmosfera, o núcleo e os campos magnéticos e gravitacionais de Júpiter. Até agora, Juno tem tirado fotos dos polos de Júpiter, registrando fenômenos estranhos, tais como a formação de nuvens e auroras polares no planeta gasoso.
A cada 53 dias, a sonda espacial se aproxima do planeta, registra imagens e volta a uma distância mais segura, para se proteger da radiação intensa.
Espera-se que a nave espacial permaneça em órbita até fevereiro de 2018, quando deve mergulhar na atmosfera do planeta.
Atmosfera de Júpiter vista da nave espacial Juno, 4 de janeiro de 2018

A NASA revela segredo de Júpiter escondido na sua atmosfera.
NASA publicou as imagens de Júpiter que mostra a variedade de cores da sua atmosfera. A fotografia foi tirada pela nave espacial Juno, quando estava à distância de 13,3 quilômetros acima das nuvens do gigante gasoso.
Ao passar um ano e meio orbitando Júpiter, a sonda finalizou sua décima viagem. Durante esse tempo, a Juno já enviou muitas fotografias impressionantes desse planeta, incluindo imagens de tempestades, furacões e dos polos de Júpiter.
Nuvens azuis de Júpiter observadas da sonda da NASA, 24 de outubro de 2017


Terra é plana': quando isso será provado?


Mike Hughes


Este homem imprudente (como ele mesmo se descreve) declarou que realizará um novo lançamento vertical de seu foguete para ver com seus próprios olhos que a Terra é plana.
O terraplanista Mike Hughes já marcou a data para lançar-se à órbita em seu novo foguete caseiro depois de sua tentativa anterior ter sido impedida por uma agência federal dos EUA. O lançamento do foguete é destinado para promover a ambiciosa aventura do "louco" Hughes de viajar ao espaço e provar que a Terra é plana.
ste é o protótipo de como irei viajar a bordo do foguete ao espaço
O aventureiro e motorista de limusines de 61 anos, escreveu em sua página do Facebook que realizará um lançamento vertical do foguete em 3 de fevereiro na cidade de Amboy, Califórnia (EUA).
O canal de televisão Noize TV transmitirá ao vivo o lançamento pelo preço de US$ 5 (R$ 16), que incluirá a assinatura do serviço durante um mês.
"O evento consiste no lançamento vertical do foguete que ninguém fez fora da NASA", afirmou Hughes no vídeo, adicionando que se conseguir fazê-lo, estabelecerá um recorde mundial.
Segundo suas estimativas, seu foguete percorrerá a distância de aproximadamente 110 quilômetros de altura.

Originalmente, o lançamento foi marcado para novembro do ano passado, no entanto, a viagem foi cancelada no último momento depois do Escritório de Administração de Terras ter proibido usar terreno público.
Para Hughes, essa viagem é seu objetivo final e "único e verdadeiro meio de provar que Terra é plana".
Hughes assegura que desta vez terá área privada para lançamento.
Voz da Russia

Preconceito é mais forte contra migrantes vindos de países de pobres


imigrantes



Segundo diretor de instituto que lida com refúgio, nos últimos cinco anos, 300 mil europeus migraram para o Brasil para ocupar cargos altos em grandes empresas: “Ninguém diz que vieram roubar empregos”


 O preconceito de brasileiros contra refugiados sírios e africanos que chegam ao país tem mais a ver com o fato de essas pessoas virem de países pobres do que por estarem fugindo de conflitos. Essa é a opinião do diretor executivo do Instituto de Reintegração do Refugiado (Adus), Marcelo Haydu, que na noite de ontem (4) participou do seminário Migração e Refúgio: O migrante como sujeito de direitos, promovido pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, na capital.
“Alguém aqui é só índio?”, questionou para as mais de 100 pessoas presentes no auditório. "Ninguém!", emendou, ao observar que no Brasil, país formado por migrantes, está presente o preconceito contra alguns tipos de migrantes. "Na salinha do Aeroporto de Guarulhos você não vai encontrar um francês ou um americano. Lá estão apenas os africanos, que são vistos como uma ameça. Quem é a ameaça? Por que a questão do refúgio continua sendo tratada pela Polícia Federal?"
Nos últimos cinco anos, pelo menos 300 mil europeus migraram para o Brasil, a maioria para ocupar cargos altos em grandes empresas, segundo dados levantados pelo Instituto Adus. “Isso ninguém questiona. Ninguém diz que eles estão vindo para cá roubar nossos empregos, porque os europeus e os norte-americanos têm imagem atrelada a desenvolvimento, cultura e acredita-se que eles vão contribuir para o crescimento do país. Aos refugiados resta a imagem de pobreza e doença”, diz Haydu. “Os refugiados não chegam a 9 mil pessoas contra os 300 mil europeus. Por que os europeus não incomodam?”
O seminário marcou o lançamento no Brasil da campanha internacional Refugiados Sejam Bem-Vindos, que visa a promover ações de sensibilização na população para explicar quem são os refugiados e por que se deslocam e debater o fato de as migrações serem um dos elementos fundamentais na constituição do mundo.
A primeira ação foi convidar os participantes do seminário a escrever em uma parede sua ascendência, com o intuito de mostrar que a migração também é um elemento presente nas histórias pessoais. “Filha de português”, “neto de italianos”, “bisnetos de sírios”, foram algumas das frases que preencheram o espaço. A próxima ação será uma campanha em shoppings da capital paulista. Em uma página no Facebook serão divulgadas fotos de pessoas que aderiram à campanha, segurando uma placa escrito “bem-vindos refugiados”.
“Há um interesse econômico. Aqui no Brasil, por exemplo, todo mundo sabe onde estão os bolivianos explorados, mas eles suprem uma cadeia de mão de obra interna nossa, ganhando centavos pelas peças que fazem, trabalhando em situações insalubres e desumanas, e não se faz nada porque eles suprem uma demanda”, diz Haydu.
O Brasil tem hoje 8.400 pessoas refugiadas de 81 países, de acordo com o último levantamento do Comitê Nacional para os Refugiados. A maioria deles é da Síria (23%), seguida por Colômbia, Angola e República Democrática do Congo. O número de solicitação de refúgios ao governo brasileiro aumentou 22 vezes entre 2010 e 2014, de 1.165 para 25.996, de acordo dados do Ministério da Justiça, divulgados em junho. O país recebeu mais pedidos de refúgio do que a Austrália e quase a mesma quantidade do Canadá, sendo o mais solicitado da América Latina.
Atualmente, a legislação vigente para regular as migrações é o Estatuto do Estrangeiro, de 1980. No entanto, em 2013, o Senado aprovou um novo projeto de lei para regular as migrações, o PLS 288/13, que agora está na Câmara Federal, como PL 2516/15. A expectativa do relator na Comissão Especial onde o projeto tramita, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) é que ele seja votado até o final do ano.
“É o momento em que chegam muitos migrantes e também é o momento em que muitas manifestações negativas começam a aparecer. Nesse estágio ainda é possível contrapor esse comportamento por meio de uma legislação que dê um tratamento mais adequado ao tema”, defende a coordenadora-adjunta da Coordenação de Políticas para Migrantes da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, Camila Baraldi.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Terror debaixo da terra: NASA anuncia a maior ameaça ao nosso planeta


A Grande Fonte Prismática no Parque nacional de Yellowstone, Wyoming, EUA

Cientistas da NASA asseguraram que a erupção de supervulcões representa a maior ameaça para a humanidade, sendo muito mais aterrorizante do que choque de um asteroide com nosso planeta.
Atualmente, especialistas sabem que há pelo menos 20 supervulcões na Terra; e uma grande erupção ocorre aproximadamente a cada 100 mil anos, o que é responsável por uma mudança climática radical.

Descoberto planeta infernal com céu de 'titânio'


O exoplaneta WASP-18b é parecido com o WASP-19b do grupo dos assim chamados júpiteres quentes


Astrônomos europeus descobriram um exoplaneta completamente extraordinário, pois sua atmosfera possui nuvens penduradas.

As nuvens são compostas por óxido de titânio — mais potente gás estufa que é capaz de aquecer suas camadas altas a temperaturas infernais.
"A presença do óxido de titânio na atmosfera do WASP-19b afeta de maneira absolutamente incomum as temperaturas e os movimentos dos fluxos de ar nele", declarou Ryan MacDonald da Universidade de Cambridge (Grã-Bretanha) em artigo publicado na revista Nature.
Muito foi descoberto quanto ao estudo dos chamados júpiteres quentes — planetas extrassolares maiores e mais fáceis de serem observados. No entanto, as temperaturas de suas atmosferas são realmente infernais. Para ter uma noção, trata-se de 725 a 2.225 graus Celsius.
No exoplaneta WASP-19b, a temperatura atual supera os 2.000 graus, um ano dura 19 horas e o céu é feito de titânio
Além disso, os astrônomos descobriram nos céus destes planetas nuvens exóticas de chumbo, de vidro e chuvas de pedras preciosas.
De acordo com os autores do artigo, os cientistas suspeitavam há muito que tais júpiteres quentes, além das altas temperaturas de sua atmosfera, possuíssem uma estratosfera ainda mais quente.
Segundo MacDonald, recentemente foi encontrado mais um tipo de exoplaneta: mais quente na parte de fora e mais frio na parte de dentro, parecido com a estratosfera da Terra. Sendo assim, os cientistas lançaram a teoria de que a atmosfera dos "júpiteres quentes" possa ser aquecida por algum efeito estufa extremamente forte.
Ao analisar a composição química do WASP-19b, revelou-se que é um planeta bastante exótico e muito quente, cuja temperatura atinge 1.726 graus Celsius.
A análise realizada pela equipe de cientistas comprova a capacidade de observar outros planetas longínquos e até mesmo de analisar sua composição química através de telescópios espaciais instalados na Terra. Mais um passo foi dado na busca por planetas habitáveis, vale ressaltar.

domingo, 29 de janeiro de 2017

A outra face de Eike Batista de bilionário a gangster




A Polícia do Brasil tentou prender o homem de negócios Eike Batista, cumpriu mandato de busca e apreensão em sua residência, mas seu advogado informou que ele está fora do país.
A agência Bloomberg conta que o ex-bilionário Eike Batista está sendo procurado pela Polícia do Brasil em caso de propina.  Eike Batista se tornou um dos principais alvos de uma investigação policial sobre lavagem de dinheiro no estado do Rio de Janeiro. 
Forbes descreve como "humilhante" o caso de Eike Batista e ressalta que ele perdeu o título de homem mais rico do Brasil quando os preços das ações caíram em cinco de suas seis participações em bolsa. O maior acidente ocorreu com a empresa de OGX Petroleo e Gas: O valor de sua participação de 61% foi de US $ 3,7 bilhões em meados de fevereiro, ante quase US $ 19,9 bilhões no ano anterior. No total, nos últimos 12 meses, os ativos de Batista perderam quase dois terços de seu valor,tornando se bilionário com a maior queda no patrimônio líquido.
O homem que foi "o mais rico do Brasil, agora é procurado pela polícia". O tabloide estaca sua participação no maior esquema de corrupção da América Latina e ele perdeu no último ano vários bilhões de dólares. 
Em 2011, Batista foi listado pela revista Forbes como a oitava pessoa mais rica do mundo. Em 2013, sua fortuna havia desmoronado em meio a dívidas em suas várias empresas do setor de energia.
A polícia federal estava trabalhando com a Interpol para localizar Eike Batista, que poderia estar em Nova York

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Donald Trump processado por violar a Constituição dos EUA


Fotografia:  EPA/Mark Lyons

Os especialistas invocam uma cláusula da lei que impede membros eleitos de receber pagamentos de governos estrangeiros.

Um grupo de peritos legais, incluindo constitucionalistas e antigos advogados do departamento de ética da Casa Branca, vai abrir um processo contra Donald Trump, avança o New York Times. Em causa está a alegada violação da Constituição dos Estados Unidos por parte do novo presidente. Os especialistas invocam uma cláusula da lei que impede membros eleitos de receber pagamentos de governos estrangeiros. 

O processo está a ser movido pelo grupo Citizens for Responsability and Ethics in Washington (Cidadãos pela Responsabilidade e Ética em Washington), que acusa o presidente de receber esses pagamentos nos vários negócios de que é proprietário, como a sua cadeia de hotéis. O processo alega que o sucessor de Barack Obama na Casa Branca mantém negócios com países como a China, Índia, Filipinas ou Indonésia. “Quando o presidente Trump se sentar para negociar acordos de comércio com estes países, o povo americano não terá forma de saber se ele também está a pensar nos negócios do empresário Trump”, sublinha o grupo num comunicado. “Não queríamos chegar a este ponto. Tínhamos esperança que o presidente Trump faria o que fosse necessário para não violar a Constituição antes de tomar posse, mas ele não fez nada. As violações constitucionais são sérias e por isso somos obrigados a tomar medidas legais”, declarou um dos representantes do grupo, Noah Bookbinder, ao New York Times. Os representantes legais de Donald Trump já remeteram o processo para uma firma de advogados. 

Trump leva americanos a temer a Rússia e europeus a III Guerra Mundial


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Sondagem diz que há mais norte-americanos a considerar os russos uma ameaça. Só três em dez europeus consideram fraco o risco de um novo conflito mundial com o republicano

A chegada de Donald Trump à Casa Branca está a deixar europeus e norte-americanos preocupados com o futuro. Se para os primeiros o risco de uma III Guerra Mundial é elevado, para os segundos a Rússia representa cada vez mais uma ameaça. O presidente eleito, que é a favor de uma relação mais produtiva com Moscovo, admitiu numa entrevista ao Wall Street Journal que vai manter "pelo menos por um período de tempo" as sanções impostas pelos EUA à Rússia. Contudo, se os russos colaborarem na guerra contra o terrorismo e noutros objetivos importantes para Washington, então não há razão para estas continuarem.

Segundo uma sondagem Reuters-Ipsos, divulgada na sexta-feira, os norte-americanos estão hoje mais preocupados com a questão russa do que estavam em março de 2015. 82% dos norte-americanos descreveram Moscovo como uma "ameaça" para os EUA - 25% consideram que essa ameaça é iminente -, mais seis pontos percentuais do que há quase dois anos. Só a Coreia do Norte foi considerada uma maior ameaça para mais norte--americanos (86%) do que a Rússia.

A sondagem foi feita entre 9 e 12 de janeiro a 1169 norte-americanos (margem de erro de três pontos percentuais), já depois de revelado o dossiê sobre as alegadas ligações de Trump a Moscovo. Este inclui ainda a revelação de que a Rússia teria supostas provas comprometedoras contra o presidente eleito, que poderia usar para o chantagear. Trump apelidou de "notícias falsas" o conteúdo do dossiê, com o Kremlin a negar a existência de tais provas.

Trump disse que está preparado para se encontrar com o presidente russo, Vladimir Putin, depois da tomada de posse, a 20 de janeiro. "Se nos dermos bem e a Rússia nos estiver a ajudar, porque é que manteríamos sanções se alguém estiver a fazer coisas mesmo boas?", questionou o republicano na entrevista ao Wall Street Journal. Os líderes da Comissão de Informação no Senado vão questionar membros da futura administração sobre as relações com Moscovo, ao abrigo do inquérito sobre a pirataria informática durante a campanha.

O presidente eleito falou também da política da "China única" (segundo a qual os EUA não reconhecem Taiwan), dizendo que "tudo está em negociação". Os chineses já tinham criticado o republicano por ter falado ao telefone com a presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen. Trump disse no passado que, quanto tomasse posse, iria acusar a China de manipular a moeda. Na entrevista disse que não o fará logo no primeiro dia. "Falarei com eles primeiro", afirmou, repetindo, contudo, que eles são manipuladores. "As nossas empresas não podem competir com eles porque a nossa moeda é forte e isso está a matar-nos." O Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês respondeu dizendo que a política da "China única" não é negociável e é a base das relações entre Pequim e Washington.

Segundo o IV Barómetro da Cambridge University Press, divulgado em Espanha, 36% dos europeus consideram que a eleição de Trump aumenta "muito" ou "bastante" o risco de uma nova guerra mundial. Só 30% acreditam que o risco é "pouco" ou "nenhum". As questões em relação ao presidente eleito foram feitas a 600 pessoas (cem por país - Espanha, Reino Unido, Alemanha, França, Dinamarca e Itália). Seis em cada dez inquiridos consideram negativa a eleição, com mais de metade a acreditar que afetará a NATO, a economia mundial e o meio ambiente. Para 58%, a ida do republicano para a Casa Branca vai afetar a estabilidade global.

Se nas casas de apostas britânicas já é possível pôr dinheiro num eventual impeachment (destituição) de Trump, nos jornais norte-americanos a expressão também aparece. David Brooks, colunista do The New York Times, escreveu sobre a "era pós-Trump", alegando que "o tipo vai provavelmente demitir-se ou ser alvo de uma destituição no espaço de um ano". Já em novembro, o professor Allan Lichtman (um dos poucos que previram a vitória de Trump) disse ao The Washington Post que este "será eventualmente destituído por um Congresso republicano que prefere um presidente Mike Pence, alguém em quem o establishment republicano confia".

Para já, são os democratas que lhe estão a virar as costas, com pelo menos 12 congressistas a anunciar que vão boicotar a tomada de posse. Um deles é o afro-americano John Lewis, da Georgia, que considera que Trump não é um presidente "legítimo". Este respondeu no Twitter que Lewis "devia passar mais tempo a consertar e a ajudar o seu distrito, que está numa forma horrível e a cair aos pedaços (e infestado pelo crime), em vez de reclamar falsamente sobre os resultados das eleições. Só fala, fala, fala e não apresenta resultados. Triste".

Fonte:http://www.dn.pt/mundo/interior/trump-leva-americanos-a-temer-a-russia-e-europeus-a-iii-guerra-mundial-5605989.html


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